LEO ROMANO

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Arquiteto, designer gráfico e artista plástico, o goiano Leo Romano, expressa inovação e ousadia, características marcantes nos seus projetos. Atua há vinte anos com projetos que vão desde residências até bancos, faculdades, restaurantes e praças. Foi premiado em diversas ocasiões, entre elas com o Prêmio Deca e Casa Claudia em 2011; Prêmio Top 100 KAZA de 2008 à 2016; Prêmio Expressividade de 2008 à 2011 como Arquiteto de Destaque pelo conjunto de sua obra (vencedor por todas as edições do prêmio) e vários Prêmios Casa Cor Goiás e Brasília. Teve participação memorável no programa Caldeirão do Huck – Lar Doce Lar e foi vencedor da 1ª edição do concurso Kaza Top Design onde sua peça será exposta no Salão de Milão, de 4 a 9 de abril 2017 ao lado dos maiores designers do cenário mundial. Confira a entrevista com o arquiteto:

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PONTO DE APOIO: Como foi compartilhar sua experiência com os profissionais de Curitiba?

LEO ROMANO: Foi muito bacana. Curitiba é uma das cidades mais admiradas pelo país pela recepção das pessoas, sustentabilidade e boa arquitetura. Poder trazer de tão longe o que fazemos no centro do Brasil, é sempre inspirador, uma oportunidade muito interessante.

PA: Você já ganhou diversos prêmios, como o Prêmio Casa Cláudia, Prêmio Expressividade. E atualmente é vencedor da 1ª edição do Concurso Kaza Top Design. Como foi a sensação de ganhar esse prêmio, e agora ter a sua peça exposta no Salão de Milão?

LR: É um pouco de curiosidade, expectativa e ansiedade. É mais uma etapa, uma alegria, será a primeira vez que terá mais de um móvel meu na feira. Sempre tenho expectativa que esse trabalho realizado por mim e pela minha equipe, aos poucos vá gerando resultados.

PA: Falando sobre as sensações. Como trabalha isso nos seus projetos e como passa para o cliente?

LR: Tento trabalhar da maneira mais ampla possível. Acho que no trabalho de arquitetura e interiores, podemos conduzir o cliente pelo caminho que a gente propõe. Os elementos que mexem com as emoções, são sempre capazes de despertar sensações. É um exercício que a gente deve fazer no cotidiano. Os espaços precisam ter mais elementos do que apenas o visual, tem que ter cheiro de casa, fogão ligado, cheiro de comida, etc. Isso a gente amplia. É o que os espaços fazem de uma maneira tão elegante -‘’te colocar  em um outro estado de espírito’’. A arquitetura traz essa possibilidade. Coloca o ser humano em um estágio que pode ser surpreendente.